Procedimento pioneiro pode turbinar preços em leilões equestres
Médico veterinário Luiz Vasconcelos — responsável por uma técnica cirúrgica desenvolvida ao longo de três décadas — devolveu a um cavalo Brasileiro de Hipismo de quatro anos a coordenação motora perdida após queda recente, fato que pode redesenhar o mercado de animais de alta performance.
- Em resumo: A bem-sucedida operação cria novo patamar de valorização para cavalos atletas lesionados, antes considerados “fora do jogo”.
Técnica pioneira pode aquecer leilões de elite
A possibilidade de reabilitar animais que valem centenas de milhares de reais amplia a oferta nos pregões equestres, segmento que movimentou mais de R$ 1,2 bilhão em 2025, segundo levantamento citado pela Reuters. Compradores internacionais, tradicionalmente cautelosos com lesões cervicais, agora revisitam seus critérios.
“Estima-se que até 40% dos cavalos no mundo apresentem esse tipo de lesão, muitas vezes sem diagnóstico”, afirmou Vasconcelos, destacando o potencial de escalabilidade do método.
Por que o agronegócio e investidores olham para a recuperação
O setor de esportes equestres integra a cadeia econômica do agronegócio, gerando empregos em haras, centros de treinamento e clínicas veterinárias. Uma taxa maior de recuperação de animais reduz o risco de sinistros em apólices de seguro e pode baratear prêmios, enquanto mantém a circulação de ativos valiosos — os próprios cavalos — na pista.
Como isso afeta o seu bolso? Se você participa de leilões, financia haras ou opera seguros rurais, a nova técnica pode alterar precificação de risco e expectativas de retorno. Para mais detalhes sobre este tema, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: TV TEM / Reprodução