Visita ao arranha-céu dobra fluxo de turistas e valoriza imóveis vizinhos
Farol Santander — Inaugurado em 1947, o prédio de 161 m inspirado no Empire State voltou a movimentar o caixa de lojistas e prestadores de serviço do centro histórico de São Paulo, após sua transformação em centro cultural.
- Em resumo: a migração de 1,3 milhão de visitantes anuais para o entorno aquece locações comerciais e reforça a receita tributária municipal.
Novo uso cultural injeta receita no Triângulo Histórico
Desde 2018, quando o Santander assumiu a gestão do antigo Banespão, cafés, bares e galerias passaram a disputar espaço na região. Segundo dados do IBGE, a capital paulista concentra 10% do PIB brasileiro, e a revitalização de marcos turísticos é parte da estratégia para manter esse peso econômico.
“A reabertura como Farol Santander trouxe segurança e fluxo de pessoas para áreas que antes ficavam desertas aos fins de semana.” — relatório da Prefeitura de São Paulo citado no projeto de revitalização.
Arquitetura icônica puxa valorização imobiliária
Corretoras que atuam no centro relatam aumento de até 20% na procura por lajes corporativas nas imediações da Rua João Brícola. A lógica é simples: mais turistas significam mais consumo e maior circulação de capital, melhorando o potencial de retorno para investidores em imóveis comerciais.
Como isso afeta o seu bolso? A presença de grandes bancos em ativos históricos costuma antecipar a alta de preços em ruas adjacentes. Para mais detalhes sobre tendências de mercado na capital paulista, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Santander