Obra símbolo de fé transforma visitas em receita turística para Minas
Prefeitura de Poços de Caldas — Erguido na Serra de São Domingos, o Cristo Redentor local chegou a 30 metros de altura na inauguração de 13/05/1958, posição que hoje o coloca como o 3º maior do país e um dos motores de arrecadação do Sul de Minas.
- Em resumo: o fluxo anual de visitantes cresce a dois dígitos e injeta recursos em hotelaria, transporte e comércio.
30 m de concreto que movimentam a economia regional
A estátua, assinada pelo artista italiano José Raposo Maciel, exigiu transporte de 500 t de material serra acima. O esforço comunitário virou ativo econômico: segundo levantamento do IBGE, cada R$ 1 gasto por turista religioso reverbera em até R$ 2,60 na cadeia de serviços locais.
A base foi ancorada a 1.686 m de altitude para enfrentar ventos fortes, garantindo estabilidade sem perder o mirante de 360° sobre a antiga caldeira vulcânica da cidade.
Teleférico e mirante: alavancas para ticket médio mais alto
Com 1.500 m de extensão, o teleférico considerado o maior do Brasil facilita o acesso ao topo e eleva o ticket médio do visitante: o passeio completo costuma incluir voo livre, aquário e cafés panorâmicos, ampliando permanência e gasto per capita.
Como isso afeta o seu bolso? A valorização imobiliária no entorno e novas vagas no setor de serviços mostram que monumentos podem gerar rendimentos indiretos. Para acompanhar outras oportunidades ligadas ao turismo e infraestrutura, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Secretaria de Turismo de Poços de Caldas