MARGS vira motor da economia criativa ao redor da Praça da Alfândega
Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS) – símbolo máximo da arte gaúcha, o prédio neoclássico de 1913 transformou-se num ativo que atrai turistas, fomenta negócios locais e reforça o caixa da capital, segundo dados divulgados recentemente.
- Em resumo: o acervo de 5.800 peças converte fluxo cultural em receita para hotéis, bares e serviços do centro histórico.
Fachada centenária que converte história em receita imediata
Desde 1978, quando a antiga Alfândega foi adaptada para exposições, cada visitante impacta a economia criativa da região. Estudo baseado em dados do IBGE mostra que museus geram efeito multiplicador no comércio e no emprego formal.
“Preservar o MARGS é vital não apenas para a arte, mas para a memória arquitetônica da capital”, destaca o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).
Acervo de 5,8 mil obras: da identidade cultural ao poder de compra local
Pinturas de Pedro Weingärtner, esculturas de Vasco Prado e gravuras contemporâneas formam um catálogo que atrai pesquisadores e colecionadores. A presença constante de exposições temporárias eleva a demanda por serviços turísticos durante todo o ano, diluindo a sazonalidade típica do setor.
Como isso afeta o seu bolso? A valorização do entorno aquece o mercado imobiliário e pode ampliar a receita de quem investe ou empreende na região. Para mais detalhes sobre o impacto econômico da cultura, acesse nossa editoria especializada.
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