Fluxo de visitantes e cifras crescem à sombra dos telhados dourados
Tashilhunpo Monastery – Fundado em 1447, o complexo tibetano transformou‐se num polo turístico que movimenta a economia de Shigatse e amplia a arrecadação local, especialmente após a reabertura das fronteiras chinesas.
- Em resumo: a estátua de 26 m folheada a 300 kg de ouro virou motor de um mercado turístico que já fatura milhões de yuans por temporada.
Tesouro dourado desperta corrida turística
O magnetismo econômico do mosteiro ganhou força com a retomada das viagens internas na China, confirmada por relatório da Reuters que aponta recuperação acelerada do setor de turismo em 2023. Operadores locais relatam alta de ocupação em hotéis e restaurantes da cidade, enquanto guias credenciados ajustam preços em função da demanda estrangeira.
A principal atração arquitetônica do Tashilhunpo é a capela de Jampa, que abriga uma estátua colossal do Buda Maitreya com 26 metros de altura, folheada a mais de 300 quilos de ouro puro, além de diamantes e pérolas.
Impacto econômico para Shigatse e preservação cultural
O ingresso cobrado dos visitantes financia programas de restauração dos telhados dourados e das pinturas thangka, diminuindo a dependência de doações externas. Pela altitude de 3.800 m, os custos logísticos sobem, mas o fluxo turístico compensa: guias locais calculam que cada grupo estrangeiro injeta, em média, 2.000 yuans por dia em compras de artesanato e alimentação.
Nos bastidores, autoridades culturais chinesas monitoram a capacidade de carga do sítio para evitar desgaste excessivo, prática alinhada a modelos de gestão patrimonial recomendados pela UNESCO e já adotados em outros destinos de alta visitação mundial.
Como isso afeta o seu bolso? Entender para onde vão os recursos turísticos ajuda a calibrar investimentos em fundos ligados à hospitalidade e a avaliar oportunidades em mercados emergentes de viagens. Para mais detalhes sobre este tema, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / laly569