Achado pré-histórico reposiciona AlUla no radar de grandes investimentos culturais
Universidade de Oxford – Pesquisadores confirmaram recentemente que os monumentos de pedra chamados mustatils, no noroeste da Arábia Saudita, têm mais de 7 mil anos. A revelação desperta o interesse de fundos de turismo e infraestrutura, já que o país busca diversificar sua economia além do petróleo.
- Em resumo: Estruturas pré-pirâmides podem transformar AlUla em polo turístico multimilionário.
Por que o achado interessa ao mercado de turismo
A Arábia Saudita integra o pacote de reformas do programa Vision 2030, que pretende elevar a contribuição do turismo para 10% do PIB. Analistas apontam que a descoberta arqueológica encaixa-se nesse plano, pois cria um novo destino de alto valor agregado. Segundo dados da Reuters, o governo busca captar até US$ 100 bilhões em receitas turísticas na próxima década.
“Essas construções têm mais de 7 mil anos de idade”, concluiu a equipe internacional após análises de carbono e imagens de satélite.
Do deserto à carteira de investimentos culturais
Os mustatils formam corredores de pedra gigantescos e uma estrutura circular de 1 km, sugerindo rituais de sacrifício animal em massa. Ao atrair visitantes interessados em arqueologia, o local tende a impulsionar cadeias hoteleiras, companhias aéreas e fornecedores de infraestrutura cultural, segmentos que já registram forte apetite de capital de risco no Golfo.
Como isso afeta o seu bolso? A abertura de um novo hotspot histórico eleva a demanda por serviços turísticos regionais e pode refletir em ações de empresas ligadas a lazer e aviação. Para mais detalhes sobre tendências de economia e mercado, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Experience AlUla