Entenda os testes de saúde que podem pesar no bolso dos aposentados
Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) – A possível adoção de uma checagem médica extra para condutores com mais de 65 anos acende alerta financeiro e logístico: sem o laudo de aptidão física e mental, a renovação da CNH pode ser negada, encarecendo o processo e até imobilizando veículos da terceira idade.
- Em resumo: exame adicional, estimado em até R$ 300, torna-se requisito-chave para manter a carteira válida após os 65 anos.
Quanto custará manter a CNH ativa após os 65 anos?
Nos estados onde a rede particular realiza os testes, o valor de consultas e laudos já gira entre R$ 180 e R$ 300, segundo levantamento em clínicas credenciadas ao portal Gov.br. Em regiões sem convênio, o motorista pode ter de se deslocar a cidades-polo, elevando gasto com transporte e diárias.
Para quem tem 65 a 69 anos, a CNH precisa ser renovada a cada 5 anos; a partir dos 70, o intervalo cai para 3 anos, conforme o Código de Trânsito Brasileiro.
Impacto na renda e na mobilidade dos idosos
Com aposentadorias do INSS próximas ao salário mínimo e inflação de serviços médicos acima do IPCA, qualquer custo extra pressiona o orçamento dos mais velhos. Além disso, sem a CNH válida, muitos perdem alternativa de deslocamento para consultas e atividades que complementam renda.
Como isso afeta o seu bolso? Se o novo laudo virar regra nacional, planeje reservas para exames e confira o prazo da sua carteira. Para mais orientações sobre finanças na terceira idade, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Senatran