Volta do transporte coletivo elétrico pressiona diesel e muda contas das viações
Mercedes-Benz – O recém-lançado chassi elétrico eO500U, equipado com 525 kWh em íons-lítio, oferece até 18 horas de operação sem recarga, redefinindo a planilha de custos de empresas de ônibus urbanos que ainda dependem do diesel.
- Em resumo: até 80 passageiros viajam com emissão zero e menor gasto por quilômetro rodado.
Economia operacional ganha força com freio regenerativo
A soma de motores no eixo traseiro, suspensão pneumática e sistema de freio regenerativo promete redução relevante de manutenção, segundo dados comparativos citados pela Reuters.
“Com 525 kWh, o eO500U suporta turnos de 18 horas sem parada para carga”, destacam engenheiros da montadora, reforçando que a eficiência energética pesa direto na conta da empresa de transporte.
Investimento alto, mas retorno calculado em combustível e imagem ESG
Embora o desembolso inicial seja superior ao de um chassi a diesel, o ganho em ciclo de vida inclui menos peças móveis, ausência de óleo lubrificante e isenção de emissões que podem render créditos de carbono em capitais com metas climáticas.
Como isso afeta o seu bolso? Tarifas de ônibus tendem a ficar menos pressionadas por alta do petróleo se a frota elétrica ganhar escala. Para mais detalhes sobre mobilidade e custos logísticos, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Mercedes-Benz