Selic e Fed Funds podem redefinir apostas de investidores globais
Banco Central do Brasil e Federal Reserve (Fed) divulgam suas decisões de política monetária nesta quarta-feira, 29/04, em um cenário de inflação ainda resistente e atividade desigual, o que pode reprecificar ativos de ponta a ponta — do Tesouro Direto às blue chips.
- Em resumo: Copom e FOMC atualizam juros no mesmo dia, com efeitos diretos sobre câmbio, Bolsa e custo do crédito.
Indicadores em série esquentam o clima antes dos votos
A maratona começou com IPCA-15, IGP-M e dados de emprego dos EUA, mas o pico de tensão chega à medida que números de PIB e PCE são divulgados, fornecendo pistas cruciais sobre a velocidade de corte ou manutenção dos juros.
“O encontro acontece em um momento sensível, com os mercados ainda em busca de sinais mais claros sobre o ritmo de desaceleração da inflação e da atividade global — e, principalmente, sobre até onde vai o ciclo de cortes de juros nas principais economias.”
Por que a Super Quarta importa para ações, câmbio e crédito
Na última reunião, o Copom reduziu a Selic em 0,25 ponto, para 14,75% ao ano, nível que segue limitando a tomada de empréstimos corporativos. Se vier novo corte, títulos prefixados tendem a ganhar tração; já uma pausa pode fortalecer o real, segundo histórico de movimentação observado após decisões similares em 2023.
Como isso afeta o seu bolso? Uma mudança de 0,25 p.p. na Selic altera as projeções de rendimento de CDBs e do Tesouro Selic imediatamente. Para mais detalhes sobre este tema, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Banco Central