Tecnologia, viveiros e integração aceleram ganhos na região
Setor agroindustrial do Noroeste Paulista — Produtores de Jales e Jaci transformaram pequenas propriedades em potências rurais ao adotar mecanização pesada e gestão empresarial, movimento que reforça a competitividade do agronegócio paulista desde 03/05/2026.
- Em resumo: viveiro, granja e usina de borracha multiplicaram produção graças a máquinas que cortam tempo de trabalho de um dia para uma hora.
Máquinas cortam custos e elevam margem do produtor
Entre os destaques, a máquina adquirida por Leandro da Silva preenche milhares de bandejas em 60 minutos, liberando mão de obra para etapas de maior valor agregado. Segundo dados do IBGE sobre mecanização agrícola, cada 1% de ganho de produtividade pode ampliar até 0,3 ponto percentual no lucro líquido anual das fazendas.
“A mesma tarefa que tomava um dia inteiro de trabalho manual agora é concluída em uma hora”, diz o produtor Leandro da Silva, que já comercializa mais de 8 milhões de mudas mensais para todo o país.
Integração e indústria própria blindam receita contra oscilações
Renato Martins apostou no regime de integração com frigoríficos, modelo que garante ração, pintinhos e assistência veterinária, reduzindo risco de preço e ampliando escala: de três para dez aviários e 420 mil aves em cinco anos. Já Marcos Murbach verticalizou o negócio da borracha, unindo 500 mil pés de seringueira a uma planta de beneficiamento que captura maior parte do valor na cadeia.
Como isso afeta o seu bolso? Ganhos de escala e redução de custo tendem a segurar preços ao consumidor e atrair novos investimentos para a região. Para mais detalhes sobre as tendências do agronegócio e seus reflexos econômicos, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Reprodução / TV TEM