Nova arrancada na aviação comercial reacende projeções otimistas para EMBJ3
Embraer — A fabricante brasileira revelou recentemente que sua carteira de pedidos (backlog) alcançou US$ 32,1 bilhões no 1T26, marcando o sexto recorde consecutivo e elevando a discussão sobre potencial de alta para suas ações.
- Em resumo: backlog histórico de US$ 32,1 bi e entregas 47% maiores reforçam tese de valorização de 53,8% para EMBJ3.
Demanda firme sustenta recomendação de compra do BTG
O BTG Pactual destacou que a escalada na carteira foi puxada pela aviação comercial, segmento que somou US$ 15 bilhões em contratos, amparado por encomendas da Finnair e de clientes ainda não revelados. A análise ressalta que, apesar de choques geopolíticos recentes, a Embraer manteve ritmo de vendas, corroborando leitura de mercado já captada por dados divulgados pela Reuters.
“O resultado reflete a combinação poderosa de uma empresa com backlog sólido, demanda contínua e execução em melhora”, afirma o BTG no relatório que reforçou recomendação de compra para EMBJ3.
Por que o novo recorde importa para o investidor?
Além de representar avanço anual de 22%, o backlog indica visibilidade de receitas até 2028, segundo analistas. Vale lembrar que, há três anos, o portfólio da Embraer orbitava a casa dos US$ 17 bi; a cifra atual quase dobra esse volume e afasta riscos de ociosidade industrial. Historicamente, cada US$ 1 bi em backlog gera, em média, US$ 200 mi de receita anual, segundo cálculos de mercado — o que dá fôlego adicional à geração de caixa e pode antecipar revisões positivas nos lucros.
Como isso afeta o seu bolso? Se o valuation descontado se ajustar aos pares globais, o upside de 53,8% mapeado pelo BTG pode mexer com a precificação das ações nas próximas semanas. Para mais detalhes sobre este tema, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Embraer