Como a moto de baixa cilindrada virou “ativo financeiro” nas ruas brasileiras
Honda — A fabricante japonesa consolidou recentemente a CG 160 como um dos veículos que menos perdem valor no Brasil, um fator que vem mexendo diretamente no fluxo de caixa de entregadores, frotistas e microempreendedores.
- Em resumo: manutenção simples e revenda imediata reduzem a depreciação anual para patamares inferiores aos de muitos carros compactos.
Rede de peças enxuta derruba o custo operacional
Com mais de 1.100 assistências técnicas no país, o modelo compartilha componentes entre as versões Fan, Titan e Start, o que enxuga o preço de itens de desgaste. Dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) mostram que, só no primeiro trimestre, a família CG respondeu por 12% dos emplacamentos de motos de baixa cilindrada.
O motor FlexOne de 162,7 cm³ entrega até 15,1 cv com etanol, enquanto o tanque de 16,1 litros garante autonomia de cerca de 45 km/l, segundo a ficha oficial de fábrica.
Liquidez de revenda põe a moto no radar de “investidores” urbanos
Relatórios da KBB Brasil indicam que a CG 160 perde em média 4,7% de valor após 12 meses, índice semelhante ao de metais preciosos em épocas de estabilidade cambial. Ao comparar, compactos 0 km registram depreciação próxima a 13% no mesmo período. Essa diferença converge para o bolso do profissional que, ao trocar de veículo, recupera quase todo o capital imobilizado.
Como isso afeta o seu bolso? Quanto menor a depreciação, maior a chance de girar patrimônio sem perda de poder de compra. Para mais análises sobre ativos de mobilidade, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Honda