Seguro de vida e reserva emergencial entram no radar de quem paga as contas
IBGE — Dados recentes mostram que 52 em cada 100 domicílios brasileiros já têm uma mulher como principal provedora, o que torna urgente rever a estratégia de proteção da renda familiar.
- Em resumo: mais mães provedoras buscam seguro para doenças graves e invalidez, além de reforçar a reserva de emergência.
Por que proteção em vida virou prioridade
Com 41 milhões de casas lideradas por mulheres, cresce a procura por coberturas que pagam indenização em caso de afastamento do trabalho, segundo a plataforma Lojacorr Seguros. O movimento faz sentido: um período sem receita regular afeta imediatamente alimentação, educação e moradia. Pesquisa da Fundação Getulio Vargas, baseada nos microdados da economista instituto, reforça que a renda feminina sustenta cada vez mais dependentes.
“Garantir acesso à saúde e renda alternativa é essencial para manter a tranquilidade dos filhos”, aponta Ana Luísa da Silva, executiva da Lojacorr.
Quatro passos de blindagem para quem mantém a casa
Especialistas elencam cuidados básicos:
• Simular cenários sem rendimento por até seis meses e contratar seguro que cubra invalidez ou doença grave.
• Construir reserva equivalente a, no mínimo, seis meses de despesas — profissionais autônomas devem mirar em doze.
• Atualizar o plano sempre que houver mudança familiar (novo filho, divórcio ou empreendedorismo).
• Envolver as crianças em pequenas decisões de consumo, criando cultura de responsabilidade financeira.
Como isso afeta o seu bolso? Falta de proteção pode forçar empréstimos caros em caso de imprevisto. Para aprofundar o tema, acesse nossa editoria de Finanças Pessoais.
Crédito da imagem: Divulgação / Freepik