Robótica entra no varejo: bilhetes, peças e patrocínios em jogo
REK (Robot Entertainment Kombat) – A liga de combate entre humanoides acaba de garantir endereço próprio em San Francisco, movimento que liga o motor da nova economia do entretenimento robótico.
- Em resumo: showroom de 1.100 m² passa a vender, alugar e reparar robôs que duelam em tempo real.
Arena fixa abre caixa de receita para o setor
Com inauguração prevista ao público para julho, o espaço em Nob Hill funcionará como oficina, loja e palco para lutas transmitidas ao vivo. A estratégia segue a tendência captada pela Bloomberg, que projeta o mercado global de robótica acima de US$ 200 bi até 2030.
“Para familiarizar as pessoas com robôs em nossas vidas, precisamos apresentá-los”, explicou Cix Liv, fundador e “chief robot fighter” da REK, ao San Francisco Chronicle.
Do espetáculo aos números: quem ganha com os golpes?
Visitantes poderão comprar ou alugar modelos das fabricantes Engine e Unitree, customizar componentes e testar as máquinas em batalhas controladas por realidade virtual. A receita recorrente virá de ingressos, venda de peças, assinaturas de manutenção e possíveis patrocínios, caminho já explorado por arenas de e-sports.
Como isso afeta o seu bolso? A popularização de arenas de robôs cria nova frente de monetização para startups e fornecedores de hardware avançado, um campo que investidores de venture capital monitoram de perto. Para mais detalhes sobre movimentos de mercado, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / REK