Escalada militar acende alerta sobre commodities e câmbio globais
Exército de Israel (IDF) confirmou que um bombardeio em Gaza eliminou Izz al-Din al-Haddad, estrategista dos ataques de 07/10/2023, fato que reaviva o prêmio de risco geopolítico nos mercados de energia e nas moedas emergentes.
- Em resumo: tensão no Oriente Médio volta a empurrar o barril de Brent e reforça a busca por ativos de proteção.
Por que o investidor deve ficar de olho no Brent e no dólar
Conflitos na região concentram 30% da oferta marítima de petróleo, segundo dados da Reuters. Qualquer ameaça à logística do Golfo tende a elevar preços imediatamente, contaminando combustíveis e inflação no mundo todo.
“Os ataques mataram cerca de 1.200 pessoas em Israel e resultaram em mais de 250 reféns em Gaza”, informou o IDF ao anunciar a morte de al-Haddad.
Efeito dominó: de energia mais cara ao IPCA
Historicamente, cada US$ 10 de alta no Brent adiciona até 0,5 ponto percentual à inflação brasileira no prazo de 12 meses, mostram cálculos do Banco Central. Com o câmbio já acima de R$ 5,00, pressões adicionais podem adiar cortes de juros ou encarecer captações externas de empresas.
Como isso afeta o seu bolso? Combustível mais caro puxa fretes e alimentos, reduzindo poder de compra. Para entender outras variáveis que mexem com o seu orçamento, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Exército de Israel