Economia circular reduz custos internos e fortalece a estratégia ESG da companhia
Schneider Electric – Em iniciativa recente, a multinacional converteu 250 kg de uniformes antichamas descartados em cerca de 100 porta-EPIs, aliviando despesas operacionais e reforçando metas ambientais.
- Em resumo: menos lixo têxtil, menor gasto com matéria-prima virgem e colaboradores engajados na circularidade.
Custos em queda: quando o resíduo vira insumo
Segundo a companhia, o processo envolve triagem individual, análise técnica e corte personalizado antes da nova costura. O resultado ataca duas linhas sensíveis do balanço: reduz a compra de novos tecidos e evita taxas de descarte de resíduos perigosos, segmento que movimentou R$ 2,5 bilhões no Brasil em 2023, de acordo com estimativas consolidadas do mercado.
“Circularidade é pilar essencial para competitividade, eficiência operacional e gestão inteligente de recursos”, afirma Arthur Wong, vice-presidente de marketing e sustentabilidade da Schneider Electric para a América do Sul.
Por que o mercado presta atenção em iniciativas como esta
Empresas listadas que adotam práticas ESG consistentes tendem a acessar crédito com até 0,5 ponto percentual de desconto em linhas verdes, segundo dados do Banco Central. Ao elevar de 7% para 48% o uso de materiais sustentáveis em cinco anos, a Schneider Electric se posiciona para aproveitar esses incentivos, além de responder a exigências de compradores corporativos que já incluem metas de emissão em contratos globais.
Como isso afeta o seu bolso? Se companhias reduzirem custos e repassarem parte da economia na forma de preços ou dividendos, o consumidor e o investidor saem ganhando. Para mais análises sobre eficiência operacional e mercado, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Schneider Electric