Potência elevada e uso prolongado explicam o salto na fatura
Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) — Relatórios recentes mostram que o forno elétrico já ultrapassa itens tradicionais, como ar-condicionado e geladeira, no peso final da conta de luz em 2026.
- Em resumo: cada acionamento do aparelho, acima de 2.000 W, concentra picos de consumo que se refletem diretamente na sua tarifa.
Por que o forno elétrico devora mais kWh?
A combinação de alta potência e necessidade de manter temperatura constante faz o equipamento operar por longos períodos. Segundo dados do IBGE sobre custos de energia, o preço do kWh subiu mais de 10% em 12 meses, potencializando esse impacto.
“Quanto maior a potência e o tempo ligado, maior será o custo”, destaca nota técnica da ANEEL.
Efeito na sua conta e como mitigar o rombo
Para cada hora de uso, um forno de 2.200 W adiciona cerca de 2,2 kWh ao consumo. Em lares que recorrem ao aparelho três vezes por semana, o gasto mensal pode superar 25 kWh — valor que, nas bandeiras tarifárias mais caras, implica aumento perceptível na fatura.
Histórico recente mostra que a Tarifa Branca, criada em 2018, oferece descontos fora do horário de ponta. Ajustar o preparo das refeições para esses intervalos ou recorrer à air fryer (potência média de 1.400 W) reduz a carga instantânea e espalha o consumo ao longo do dia.
Como isso afeta o seu bolso? Economizar depende menos de evitar o forno e mais de limitar tempo ligado e aproveitar horários mais baratos. Para mais dicas de gestão do orçamento doméstico, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Aneel