Bloqueio digital surpreende alunos menores e adia uso do benefício
Caixa Econômica Federal — Nesta última semana de abril de 2026, beneficiários do programa Pé-de-Meia descobriram que, embora o depósito já conste no aplicativo Caixa Tem, o dinheiro não pode ser movimentado sem uma ação prévia dos responsáveis legais, travando Pix, transferências e saques.
- Em resumo: sem a assinatura digital do responsável, o saldo do estudante menor de 18 anos fica congelado.
Por que a Caixa segura o dinheiro dos menores?
O bloqueio decorre de uma exigência de segurança prevista na legislação bancária para contas de menores de idade. Segundo norma divulgada pela Caixa, apenas após a autorização formal dos pais ou tutores o sistema libera a movimentação.
“O responsável legal deve autorizar formalmente a movimentação de contas bancárias abertas em nome de menores de idade.”
Passo a passo para liberar o saldo sem sair de casa
Tudo é feito pelo celular. O estudante acessa o Caixa Tem, informa o CPF do responsável e aguarda a notificação. Em seguida, o pai ou a mãe confirma a liberação no próprio aplicativo. Concluído o processo, o dinheiro fica disponível na hora, evitando idas à agência.
Importante: dados desatualizados no Cadastro Único também podem travar o benefício. Caso haja divergência no CPF ou endereço, é preciso atualizar o registro no CRAS para que os próximos créditos ocorram normalmente.
Para efeitos de planejamento financeiro familiar, vale lembrar que o Pé-de-Meia foi criado para incentivar a permanência na escola e costuma ter rendimentos acima da poupança se aplicado em modalidades como Tesouro Selic, opção já ofertada aos alunos desde 2025.
Como isso afeta o seu bolso? Se o bloqueio não for resolvido, o montante fica parado sem render e pode atrasar planos de estudo ou gastos essenciais. Para mais detalhes sobre programas sociais e gestão de benefícios, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Caixa Econômica Federal