Palácio das Esmeraldas puxa valorização cultural que mexe com o caixa da cidade
IPHAN – O órgão federal de patrimônio histórico confirmou que o Palácio das Esmeraldas mantém Goiânia como dono do segundo maior acervo Art Déco do planeta, ficando atrás apenas de Miami. O reconhecimento garante fluxo constante de turistas e libera recursos para restauração, impacto que respinga diretamente na receita de serviços da capital.
- Em resumo: Conjunto tombado injeta capital no setor de turismo e amplia a demanda por imóveis no centro planejado.
Turismo cultural ganha tração e reforça arrecadação local
Segundo levantamento do IBGE, a atividade turística responde por parcela crescente do PIB de serviços em Goiás. A oferta de roteiros guiados pelo Palácio das Esmeraldas, pela Praça Cívica e por mais de 20 edifícios em estilo Art Déco cria um círculo virtuoso: mais visitantes, maior ocupação hoteleira e novas vagas em comércio e gastronomia.
“O edifício verde-esmeralda é a peça central do acervo arquitetônico da cidade, que é o segundo maior patrimônio Art Déco do mundo, atrás apenas de Miami.”
Planejamento urbano de 1933 ainda influencia o valor do metro quadrado
Projetada por Pedro Ludovico Teixeira, Goiânia nasceu para ser a vitrine da modernidade brasileira nos anos 1930. O traçado em eixos radiais convergindo à Praça Cívica, onde fica o Palácio, segue atraindo construtoras interessadas na rareza do tombamento e na demanda por imóveis de nicho. Bairros históricos registram baixa vacância e aluguel acima da média municipal, segundo dados de mercado divulgados por consultorias regionais.
Como isso afeta o seu bolso? A preservação do conjunto Art Déco pode puxar novos reajustes no preço de imóveis e serviços na região central. Para acompanhar outros movimentos que mexem com a economia goiana, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / IPHAN