Edição gigante pressiona custos e pode turbinar o preço dos pacotinhos
Panini – A editora italiana colocou no mercado, recentemente, o maior álbum de Copa do Mundo já produzido: 112 páginas e 980 figurinhas das 48 seleções que jogarão a partir de 11 de junho de 2026. O lançamento acende um alerta para o bolso dos fãs de colecionáveis, já que o volume inédito tende a inflacionar o valor desembolsado para completar a coleção.
- Em resumo: número recorde de figurinhas pode elevar em até 45% o gasto médio do colecionador na comparação com o álbum de 2022.
Demanda deve alimentar mercado paralelo e encarecer cromos raros
Em 2022, revendedores chegaram a multiplicar por dez o preço de figurinhas difíceis de encontrar, impulsionados pela escassez momentânea nas bancas. A lógica deve se repetir, segundo analistas do setor de lazer consultados pela Reuters, porque o lote maior amplia a probabilidade de repetidas e a busca por cromos “lendários”.
“O aguardado álbum de figurinhas da Copa do Mundo 2026 foi oficialmente lançado e, a partir de hoje, começará a ser comercializado em lojas físicas.”
Quanto vai custar completar o álbum?
No ciclo anterior, com 670 figurinhas, estimativas de associações de colecionadores apontaram gasto médio de R$ 800 para quem comprou pacotinhos avulsos. Mantida a precificação de R$ 4 por envelope com 5 figurinhas, a edição 2026 elevaria o investimento para algo próximo de R$ 1.160 – sem considerar trocas ou revenda de repetidas. Economia básica: quanto mais amigos para negociar, menor o risco de estouro no orçamento.
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Crédito da imagem: Divulgação / Panini