Transformação centrada no cliente vira diferencial competitivo das companhias
Algar – Recentemente, a holding mineira reforçou que colocar pessoas e cultura à frente da tecnologia tem elevado margens e aberto novos mercados, criando um efeito cascata no caixa das empresas que seguem o mesmo modelo.
- Em resumo: Companhias que alinham propósito, dados e autonomia reduzem burocracia, economizam tempo e ampliam receita operacional.
Por que a cultura “human-centered” vale milhões
A consultoria IDC projeta que os investimentos globais em transformação digital somem US$ 3,9 trilhões até 2027, mas estimativas da Reuters indicam que menos de 30% dos projetos capturam todo o retorno financeiro. O ponto decisivo, segundo executivos da Algar, é a liderança fomentar autonomia e aprendizado contínuo em todas as áreas, e não apenas no time de TI.
“A tecnologia é meio; a transformação digital é jornada contínua movida por gente servindo gente”, destaca o texto-base da executiva Eliane Garcia Melgaço, presidente da Algar.
Ganhos de eficiência viram alavanca de expansão
Ao simplificar fluxos e automatizar tarefas rotineiras, as companhias liberam horas para atividades de maior valor, cortam custos operacionais e elevam o EBITDA. De acordo com a McKinsey, programas de digitalização bem-sucedidos podem acrescentar até 5 pontos percentuais à margem líquida em 18 meses. Historicamente, essas economias se convertem em capital para aquisições ou entrada em novos nichos, acelerando a presença geográfica e diluindo despesas fixas.
Como isso afeta o seu bolso? Empresas mais rentáveis tendem a distribuir dividendos maiores e sustentar empregos qualificados. Para entender outros movimentos que moldam o mercado, visite nossa editoria de Economia e Mercado.
Crédito da imagem: Divulgação / Algar