Dados inéditos acendem alerta sobre custo de saúde e oportunidade de mercado
Mass General Brigham – Pesquisa divulgada recentemente no JAMA Network Open acompanhou 1.338 adultos por até 19 anos e revelou que cada hora extra de cochilo diurno aumenta em 13% o risco de morte, pressionando gastos médicos e atraindo a atenção da indústria de dispositivos vestíveis.
- Em resumo: sonecas mais longas e frequentes podem antecipar doenças crônicas que encarecem planos de saúde.
Setor de wearables aposta em triagem precoce
Empresas de tecnologia já testam sensores capazes de registrar padrões de sono e atividade física. De acordo com projeções da Bloomberg, o mercado global de wearables deve ultrapassar US$ 186 bilhões até 2030, impulsionado justamente por soluções de monitoramento preventivo.
“Agora que sabemos que há uma correlação forte entre padrões de cochilo e taxas de mortalidade, podemos argumentar pela implementação de avaliações vestíveis de cochilo diurno para prever condições de saúde e prevenir o declínio”, afirmou Chenlu Gao, autora principal do estudo.
Por que o sinal de alerta pesa no bolso do idoso
Dados do IBGE mostram que gastos com saúde consomem, em média, 19% da renda dos brasileiros com mais de 60 anos. Ao apontar cochilos excessivos como marcador precoce de hipertensão, AVC e doenças cardiovasculares, o estudo sugere que diagnósticos antecipados poderiam reduzir internações custosas e reajustes de convênios.
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Crédito da imagem: Divulgação / Getty Images