Brasileiros ainda não enxergam o ativo que mais multiplicou patrimônio
Mercado Bitcoin (MB) e Opinion Box divulgaram recentemente um estudo que escancara um paradoxo: mesmo após valorizar 10.728,9% de 2016 a 2025, o bitcoin segue fora do radar de 8 em cada 10 brasileiros, que insistem em apontar outras aplicações como vencedoras da década.
- Em resumo: o BTC entregou retorno anualizado de 46,2%, contra 19,9% do S&P 500 e menos de 12% de ouro, Ibovespa e CDI.
Rentabilidade que mudou a lógica das carteiras
O levantamento testou a clássica composição 60/40 (renda fixa + Ibovespa) e mostrou que acrescentar apenas 1% de BTC elevaria o ganho total para 288%. Com 5% de exposição, o salto chegaria a 421,5%. Dados semelhantes já foram apontados pela agência Reuters, reforçando o efeito de diversificação.
Quanto maior o Sharpe ratio, melhor, já que isso significa que o investidor conseguiu obter mais retorno para cada unidade de risco assumida.
O que explica tanta resistência ao criptoativo?
O estudo indica que 48% dos não investidores sentem “medo” de criptomoedas, enquanto 62% esbarram em jargões técnicos. Ainda assim, o Brasil figura como o quinto maior mercado global de cripto, atrás apenas de Estados Unidos, Coreia do Sul, Rússia e Índia.
Em termos históricos, o desempenho do BTC bate até mesmo a bolha pontocom: na virada dos anos 2000, o Nasdaq acumulou 400% em 10 anos; o bitcoin multiplicou isso por mais de 25 vezes na última década, mesmo após correções severas.
Como isso afeta o seu bolso? Ignorar o ativo que mais valorizou no período pode significar perder eficiência de longo prazo na carteira. Para mais análises sobre diversificação, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Mercado Bitcoin