Empatia e gestão de pessoas passam a valer tanto quanto know-how técnico
Daniel Goleman — referência mundial em inteligência emocional — destacou recentemente, no São Paulo Innovation Week, que líderes capazes de ler emoções e construir vínculos já estão conquistando resultados que os algoritmos não entregam.
- Em resumo: soft skills agora pesam na produtividade e, portanto, no valuation das companhias.
Mercado precifica habilidades humanas em plena era da IA
Relatórios do Bloomberg mostram que, à medida que a inteligência artificial automatiza rotinas lógicas, empresas pagam prêmios salariais a gestores que mantêm o engajamento das equipes — fator que reduz turnover e acelera inovação.
“Os melhores líderes têm inteligência emocional. As máquinas não têm isso”, reiterou Goleman durante o painel.
Histórico mostra correlação entre soft skills e lucro operacional
Estudos da Harvard Business Review apontam que companhias com culturas colaborativas têm margem operacional até 25% maior que a média. Na prática, empatia, autogestão e comunicação clara limitam o custo dos conflitos internos e liberam tempo para projetos rentáveis.
Como isso afeta o seu bolso? Profissionais que desenvolvem essas competências tendem a acessar cargos de confiança — justamente os menos suscetíveis à substituição por IA. Para acompanhar outras análises de mercado e carreira, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / São Paulo Innovation Week