Etapa médica virou o grande obstáculo para quem busca o adicional
Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) — A autarquia autorizou o acréscimo de 25% nos benefícios a partir de maio de 2026 para segurados que precisam de cuidados permanentes, mas a grana só cai após análise documental e perícia presencial, fator que pode atrasar o alívio no orçamento.
- Em resumo: o aumento só é liberado depois que o perito do INSS confirma a dependência de um cuidador.
Quem tem direito e por que o exame é decisivo
Pela norma previdenciária oficial, o adicional destina-se a aposentados por incapacidade permanente com doenças ou lesões que exijam ajuda de terceiros — casos de cegueira total, paralisia de membros ou amputações múltiplas, entre outros.
“O pagamento extra é um acréscimo sobre o valor da aposentadoria, limitado a 25%, e deixa de ser pago com o óbito do beneficiário.” — Art. 45 da Lei 8.213/91.
Tempo de análise, documentos e o peso no orçamento público
O pedido deve ser feito no portal Meu INSS, anexando laudos recentes, exames e declaração do médico assistente. Depois disso, o segurado pode ser convocado para perícia presencial. O processo costuma levar semanas, mas pode ultrapassar 45 dias em regiões com falta de profissionais.
Histórico: o adicional existe desde 1991, mas liminares recentes ampliaram o alcance para aposentadorias por idade ou tempo de contribuição, desde que a necessidade de cuidador seja comprovada. Caso aprovado, o aumento integra o benefício principal e entra no cálculo de reajustes anuais.
Como isso afeta o seu bolso? Se você ou um familiar dependem de auxílio diário, o incremento pode suavizar gastos com cuidadores profissionais. Para mais detalhes sobre direitos previdenciários, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / INSS