Salto de rentabilidade reforça tese de dividendos na tele
Telefônica Brasil – A companhia reportou recentemente lucro líquido de R$ 1,261 bilhão no 1º trimestre de 2026, avanço de 19,2% sobre o ano anterior, evidenciando como a cobertura 5G virou motor de caixa e de margens na operação da Vivo.
- Em resumo: maior resultado trimestral desde 2024, com margem Ebitda de 40,2% e alavancagem controlada em 0,4 vez.
Receita móvel e fibra conduzem o ritmo de expansão
A receita operacional líquida somou R$ 15,457 bilhões, puxada sobretudo pelo pós-pago e pela banda larga de fibra, em linha com o apetite do consumidor por velocidade. Esse movimento ecoa a tendência global mapeada pela Reuters de que operadoras com capilaridade 5G colhem tickets médios maiores.
“Os investimentos no trimestre foram de R$ 2,048 bilhões, destinados principalmente à expansão da rede 5G, que já está em 905 cidades, cobrindo 71% da população”, destacou a empresa no relatório de resultados.
Sinal para VIVT3 e para o bolso do consumidor
Com Ebitda de R$ 6,209 bilhões e fluxo de caixa livre de R$ 2,200 bilhões, a tele reforça um balanço que tradicionalmente figura entre os maiores pagadores de proventos da B3. Depois do leilão de frequências concluído em 2021, o setor intensificou aportes para garantir qualidade de rede; o 5G, agora em fase de monetização, tende a sustentar tarifas médias mais altas e, consequentemente, maior retorno ao acionista.
Como isso afeta o seu bolso? O avanço do 5G pode significar planos mais robustos – e possivelmente mais caros – enquanto amplia a previsibilidade de dividendos da VIVT3. Para aprofundar essa análise, acesse nossa editoria de investimentos.
Crédito da imagem: Divulgação / Telefônica Brasil