Obrigatoriedade atinge motoristas profissionais e pode afetar renda mensal
Detran — A partir de 2026, dirigir para fins remunerados sem a anotação EAR na CNH passará a gerar penalidades que vão do bloqueio em aplicativos até multas que corroem o faturamento semanal dos motoristas.
- Em resumo: sem EAR, o profissional pode ser multado, ter o perfil suspenso em apps de transporte e até perder a cobertura do seguro.
Multa, seguro e apps: o triplo impacto no bolso do condutor
Além da infração registrada pelos agentes de trânsito, plataformas como Uber e 99 já confirmaram que poderão suspender contas sem EAR cadastrado. Segundo o portal gov.br de Trânsito, a anotação é a única forma oficial de comprovar atividade remunerada perante fiscalização.
“Em caso de acidentes, o seguro do veículo também pode ser comprometido, gerando ainda mais prejuízos.” — comunicado do Detran.
Quanto custa regularizar e por que agir antes do prazo
O processo exige exame psicológico, pagamento de taxas estaduais e a emissão de nova CNH. Em São Paulo, o desembolso totaliza R$ 227,97, mas valores variam conforme a federação. Quem antecipar o pedido evita filas de fim de prazo e continua operando sem interrupções de renda.
Para profissionais do “gig economy”, cada dia parado significa perda direta de receita. Com inflação ainda pressionando combustíveis e manutenção veicular, deixar de faturar por bloqueio de cadastro pode empurrar o orçamento para o vermelho.
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Crédito da imagem: Divulgação / Detran